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13 de Maio * N. Sra. de Fátima

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História: Nossa Senhora de Fátima em 13 de maio de 1917 realizou-se a primeira das seis aparições da Virgem aos privilegiados videntes Lúcia (que ainda vive) Francisco e Jacinta, quando o mundo se debatia ainda nas violências e atrocidades da guerra.

A Virgem Maria apareceu seis vezes em Fátima aos três pastorinhos e, através deles, a Santa Mãe de Deus recomendou insistentemente aos homens a firmeza da fé e o espírito de oração, penitência e reparação.

O culto de Nossa Senhora de Fátima, depois de ter sido aprovado pelo Bispo da diocese e mais tarde confirmado pela Autoridade Apostólica, foi especialmente honrado com a peregrinação do papa Paulo VI ao local das aparições no ano 1967 e pelo santo Papa João Paulo II, no ano 1982.

Oração da Nossa Senhora de Fátima
Santíssima Virgem,  que nos montes de Fátima vos dignastes revelar aos três pastorinhos  os tesouros de graças que podemos alcançar,  rezando o Santo Rosário,  ajudai-nos a apreciar sempre mais esta Santa Oração,  a fim de que, meditando…

2 de Maio * História de Santa Mafalda

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Santa Mafalda era filha do primeiro Rei de Portugal, Sancho l, apelidado de O Povoador, e da Rainha Dulce de Aragão. Mafalda nasceu em 1184. Há notícias de que a jovem princesa era muito bonita e tinha uma educação esmerada. Ela teve três irmãos: Afonso II, Tereza e Sancha.

Vida de Santa Mafalda Seu pai Sancho l faleceu em 1211. Por isso, sua mãe D. Dulce assumiu o trono. Influenciada pelo ministro Nunes de Lara, homem astuto que queria governar, D. Dulce estreita o
relacionamento com o reino de Castela da Espanha e, junto com Nunes de Lara arranjaram um casamento da princesa Mafalda com o Rei Henrique primeiro da Espanha.

Mafalda e Henrique, porém, eram muito novos. Ambos tinham menos de 14 anos, não se tornaram amigos e nem chegaram a coabitar, apesar de ficarem juridicamente casados durante um ano e morando no mesmo castelo. Indignada com este casamento forçado, a mãe do Rei Henrique fez de tudo para anular o casamento (que, de fato, nem chegou a ser consumado).

Porém, antes que a mãe…

Ártemis

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Também conhecida como Diana, a caçadora, Ártemis é o símbolo da mulher emancipada e dos movimentos feministas. Ela é irmã gêmea de Apolo, deus das artes e, posteriormente, associado ao sol.

Talvez por isso Ártemis carregue na sua simbologia a lua, sendo os irmãos o par primordial, sol e lua.


“É a virgem mitológica, junto com Palas Atena.  Não significa que ela não terá relação com homens,  mas que ela nunca será possuída por ninguém."

Ártemis é do tipo “eu não preciso de ninguém”. Ela se sente completa sem um homem ao seu lado, e o arco e flecha, as armas que carrega, simbolizam a habilidade de se concentrar em uma meta e alcançá-la (a carreira, por exemplo) sem se perturbar com os concorrentes.

Ártemis resolveu viver nos bosques, sem vínculo nenhum com qualquer homem, depois que presenciou a dor de sua mãe no parto do irmão. Como sempre, Zeus deu uma de suas saidinhas e engravidou Leto, que é mãe de Ártemis e Apolo. Ártemis nasceu antes de Apolo, com a missão de ajudar a mãe no parto …

Afrodite * Vênus de Milo

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Quem não conhece Afrodite, a deusa da beleza, da harmonia e do amor, talvez uma das faces femininas mais evidentes? Conhecida também como Vênus, ela nasceu da união do esperma de Urano, o céu, com a espuma do mar.

O filho dessa deusa, Eros (ou Cupido), flechava os enamorados para que a paixão reinasse entre eles. Existe uma divisão nesse momento.

Temos a Afrodite Urania (que nasce do céu), a que vive o amor universal, e a Afrodite Pandemos (que significa "de todo o povo"), que vive o lado carnal do amor, e é tida como a Afrodite vulgar.

Vivemos em uma época que a Afrodite Urania é pouco cultivada, e onde a Afrodite Pandemos, que assume o lado vaidoso ao extremo, é externalizada ao máximo. “É a era do silicone e da sensualização ao extremo”.

No entanto, a conexão com a Afrodite amorosa permite a vivência de um aspecto feminino poderoso – a força do amor que fertiliza o crescimento de todos os seres.

São Valentim * Amor Romântico

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A história do Dia de São Valentim remonta a um obscuro dia de jejum tido em homenagem a São Valentim. A associação com o Amor Romântico chega depois do final da Idade Média, durante o qual o conceito de amor romântico foi formulado.

O bispo Valentim lutou contra as ordens do imperador Cláudio II, que havia proibido o casamento durante as guerras acreditando que os solteiros eram melhores combatentes.

Além de continuar celebrando casamentos, ele se casou secretamente, apesar da proibição do imperador. A prática foi descoberta e Valentim foi preso e condenado à morte. Enquanto estava preso, muitos jovens lhe enviavam flores e bilhetes dizendo que ainda acreditavam no amor. Enquanto aguardava na prisão o cumprimento da sua sentença, ele se apaixonou pela filha cega de um carcereiro e, milagrosamente, devolveu-lhe a visão. Antes da execução, Valentim escreveu uma mensagem de adeus para ela, na qual assinava como “Seu Namorado” ou “De seu Valentim”.

Considerado mártir pela Igreja Católica, a …

Poesias de Cecília Meireles

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RETRATO
Eu não tinha este rosto de hoje, Assim calmo, assim triste, assim magro, Nem estes olhos tão vazios, Nem o lábio amargo.  Eu não tinha estas mãos sem força, Tão paradas e frias e mortas; Eu não tinha este coração  Que nem se mostra.  Eu não dei por esta mudança, Tão simples, tão certa, tão fácil: - Em que espelho ficou perdida  a minha face? 

MOTIVO
Eu canto porque o instante existe e a minha vida está completa. Não sou alegre nem sou triste: sou poeta. Irmão das coisas fugidias, não sinto gozo nem tormento. Atravesso noites e dias no vento. Se desmorono ou se edifico, se permaneço ou me desfaço, não sei, não sei. Não sei se fico ou passo. Sei que canto. E a canção é tudo. Tem sangue eterno a asa ritmada. E um dia sei que estarei mudo:  mais nada.

TIMIDEZ
Basta-me um pequeno gesto, feito de longe e de leve, para que venhas comigo e eu para sempre te leve… mas só esse eu não farei. Uma palavra caída das montanhas dos instantes desmancha todos os mares e une as terras mais distantes… palavra que não direi. Para que tu …

Absurdo! José Mayer!

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“Carta aberta aos meus colegas e a todos, mas principalmente aos que agem e pensam como eu agi e pensava:

Eu errei. Errei no que fiz, no que falei, e no que pensava. A atitude correta é pedir desculpas. Mas isso só não basta. É preciso um reconhecimento público que faço agora. Mesmo não tendo tido a intenção de ofender, agredir ou desrespeitar, admito que minhas brincadeiras de cunho machista ultrapassaram os limites do respeito com que devo tratar minhas colegas. Sou responsável pelo que faço. Tenho amigas, tenho mulher e filha, e asseguro que de forma alguma tenho a intenção de tratar qualquer mulher com desrespeito; não me sinto superior a ninguém, não sou.

Tristemente, sou sim fruto de uma geração que aprendeu, erradamente, que atitudes machistas, invasivas e abusivas podem ser disfarçadas de brincadeiras ou piadas. Não podem. Não são.

Aprendi nos últimos dias o que levei 60 anos sem aprender. O mundo mudou. E isso é bom. Eu preciso e quero mudar junto com ele. Este é o meu exercício…